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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

Imagem retirada da Internet

 

 

E pronto, está a chegar aquele momento que tanto planeamos, antecipamos e até sonhamos. As férias estão aí, faz-se a contagem decrescente, diminuem os números e aumenta a expectativa.

 

Ainda tudo é verde de esperança, estão para chegar os amanhãs que cantam, salvo seja. É assim todos os anos, rotina mental vista e repetida, por mais que a realidade teime em vir desmenti-la alguns dias mais tarde. Não há férias perfeitas; os amanhãs vão cantar, mas, de vez em quando, vão ficar roucos e até podem mesmo perder a voz. Que isto de férias em família, com crianças, é sempre uma alegria e, igualmente, uma excelente forma de perder anos de vida. Oscila-se diariamente entre a vontade de que aqueles momentos resistam para todo o sempre e uma súbita vontade do regresso imediato ao emprego.

 

Mas não há cansaço, birras ou neuras que abafem a magia ligada a estas pausas no trabalho, a esta substituição de camisas por T-shirts, teclados por pás e baldes, sapatos por sandálias, calças por calções. A mão, que agora conduz o rato óptico, controlará depois um mapa na tentativa de nos traçar um rumo que nos troque a rotina pelo tempo todo à disposição, ao passar meia dúzia de horas com as meninas, para passar tempo algum sem elas.

 

E o blogue? O blogue fica. Não há espaço na bagagem para ele, que uma coisa destas, com quase um ano de vida, já pesa um bom bocado. Assim, se isto já tem andado a meio-gás, é de esperar que nos próximos dias o marasmo estival se instale por aqui, a tempo inteiro. Ou então, não.

 

 

publicado por pnf às 22:58

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